quarta-feira, 22 de julho de 2009

DESASTRE DA SEPARAÇÃO CONJUGAL

A carta abaixo, resumida pela redação, foi escrita por uma garota de dezesseis anos para seu pai, que há poucas semanas havia abandonado a família para viver com outra mulher.

Querido pai!

Já é tarde, e eu estou aqui, sentada na minha cama, tentando escrever esta carta. Quantas vezes procurei falar-lhe nas últimas semanas, mas não consegui ficar a sós com você!
Ainda não posso acreditar que você está vivendo com outra pessoa e não consigo imaginar que você e mamãe nunca mais ficarão juntos. Para mim é difícil aceitar esses fatos, principalmente quando fico imaginando seu retorno para casa, voltando a ser o pai que sempre foi para mim e para meu irmão.
Eu gostaria, ao menos, que você entendesse o que está acontecendo em nossas vidas. Por favor, não pense que foi mamãe que me mandou escrever! Ela nem sabe que estou escrevendo. Eu apenas quero lhe contar o que estou pensando e sentindo com a separação de vocês.
Papai, imagino nossa família como um automóvel bem bonito em que viajamos juntos por muito tempo. Por fora ele parece inteiro, sem arranhões e sem ferrugem, e em seu interior há muitos equipamentos. Mas com o tempo apareceram alguns problemas.
O motor solta fumaça, as rodas balançam, o revestimento dos assentos está rasgado, a direção está dura, é trabalhoso manobrá-lo, o escapamento está furado e barulhento. Mas sabe de uma coisa, papai? Ele continua sendo um bom carro – ou ao menos poderia ser. Investindo um pouco, ele ainda poderia rodar por muitos e muitos anos.
Meu irmão e eu sempre sentávamos no banco de trás, você e mamãe ficavam na frente. Nós nos sentíamos seguros quando você dirigia e mamãe estava ao seu lado.
No mês passado, porém, quando você foi embora, mamãe teve de assumir a direção. Era noite, e parecia que um outro carro vinha em nossa direção. Mamãe tentou desviar, mas o outro carro bateu de frente em nós. O acidente foi terrível.
Mas o mais terrível é que você, papai, estava dirigindo o outro automóvel, e que ao seu lado havia alguém – aquela outra mulher.
Sim, foi um grave acidente e todos nós ficamos muito feridos. Como será que você está passando? Ainda não ouvimos notícias suas. Você também se machucou? Você precisa de ajuda, papai?
Naquela noite me perguntei muitas vezes se iríamos sobreviver à catástrofe. Mamãe foi a que mais se feriu e parece não conseguir se restabelecer. Bruno está em estado de choque. Ele ainda está muito mal e não quer falar com ninguém.
Eu sinto tanta dor que nem mamãe nem Bruno conseguem me ajudar. O médico disse que preciso de terapia específica para me reerguer. Mas, papai, ao invés da terapia, eu prefiro que você me ajude!
A tristeza dói tanto! Papai, nós sentimos tanto a sua falta! Todos os dias ficamos nos perguntando se você não estaria vindo aqui em casa, para dar uma olhada em nós. Mas os dias vão passando, e você não vem. Papai, temo que tudo tenha acabado e que não exista volta, mas meu coração iria explodir de alegria se, ao abrir os olhos de manhã, visse você entrando no meu quarto.
À noite, quando tudo está calmo, ficamos sentados falando de você, de como gostávamos de andar juntos e do quanto gostaríamos que estivesse conosco outra vez.
Como vai, papai? Você sente dores depois do acidente? Você precisa de nós tanto quanto precisamos de você?
Se quiser que eu cuide de você, é só me chamar. Eu o amo!

Sua filha E.

A carta foi enviada. Alguns dias depois, de manhã cedo, E. desceu para tomar o café da manhã. Ela viu seus pais sentados à mesa, de mãos dadas, com lágrimas nos olhos. Ele havia voltado!

Irmãos, Satanás trava uma guerra ferrenha contra nós! Que o Senhor Deus lhes conceda muita força para serem maridos fiéis, pais tementes a Deus e para ficarem firmes no Senhor, dando ouvidos à Escritura e obedecendo a ela. E vocês, irmãs, ajudem seus maridos a serem homens de Deus!
(Ernst-Paulus-Verlag - http://www.chamada.com.br/)
Recebido por e-mail.



Que benção seria se todos os conflitos conjugais terminassem com um final feliz, como a história acima. Mas a cada dia, acompanhamos o tão grande índice de conflitos conjugais que acarretam em separações e divórcios... O matrimônio a cada dia torna-se algo insignificante, fazendo com que as pessoas iniciem um relacionamento conjugal já com a idéia de que “se não der certo, separamos”... Faço uma pergunta... Quem são as vitimas de tais atitudes desordenadas? Não seriam os filhos? Hoje em dia, é comum vermos crianças, adolescentes e jovens apresentando problemas no âmbito familiar, escolar e social. Jovens estes, que em algum período da vida, perderam o referencial de família diante de uma separação dos pais.

O que faremos irmãos? Oremos por nossas famílias!

André Santos

quinta-feira, 25 de junho de 2009

O LIDER VAI ADIANTE!

"A este o porteiro abre; e as ovelhas ouvem a sua voz; e ele
chama pelo nome as suas ovelhas, e as conduz para fora.
Depois de conduzir para fora todas as que lhe pertencem, vai
adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua
voz" (João 10:3, 4).

Abbott, o historiador, nos relata que uma característica de
Napoleão era não mandar um soldado fazer alguma coisa que
ele mesmo não estivesse pronto a fazer. Em certa ocasião,
ele ordenou a seu exército que cruzasse um rio. Vendo que os
soldados estavam relutantes em obedecer sua ordem, ele
montou em seu cavalo e, com voz firme e alta, bradou:
"Soldados, sigam seu general!" Ele foi o primeiro a
lançar-se no rio e o primeiro a alcançar a margem do outro
lado. Seu exército, vendo sua coragem, aplaudiu-o e seguiu
sem mais nenhuma hesitação.

Cristo, o Bom Pastor, conduz as Suas ovelhas. Ele vai na
frente, guiando, ensinando, mostrando o caminho. As suas
ovelhas o seguem sem temer, sem vacilar, pois, confiam nEle.
Ele é o exemplo, Sua voz é animadora, Seus conselhos
enriquecem a alma, Sua Palavra ilumina os lugares mais
escuros.

Cada um de nós, separados por Deus para conduzir os perdidos
à salvação, precisa igualmente dar o exemplo em todas as
circunstâncias. Se desejamos que alguém mude sua maneira de
viver, precisamos mostrar primeiramente a nossa vida
transformada. Se incentivamos alguém a deixar de lado o
rancor e colocar em prática uma vida de perdão, é necessário
que o amor brilhe em nosso coração. Se proclamamos que a
alegria segue aos que crêem em Cristo, precisamos estampar
um sorriso que não se apaga por motivo algum.

Se você já aprendeu a amar, perdoar, louvar a Deus e
deixar-se dirigir pelo ensino de Sua Palavra; se o seu
semblante irradia vida e vida com abundância; então não há
nada que impeça a você de ser uma bênção dirigindo muitos ao
Salvador.

Autor: Paulo Roberto Barbosa.
Recebido por e-mail.

segunda-feira, 16 de março de 2009

PARA REFLETIR

Sim, Eu Te Amo!

"Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo"(João 21:17).
Uma mulher, que participava de um banquete, ouviu de um homem já idoso, sentado próximo a ela, a pergunta: "Você amao Senhor Jesus?" Quando ela contou o fato a seu marido, ele perguntou: "Por que você não lhe disse que isto não era de sua conta?" Ela respondeu: "Se você tivesse visto a expressão de seu rosto e ouvido a seriedade de sua voz, teria entendido que era, sim, de seu interesse. "Os assuntos espirituais têm sido de nosso interesse? São eles que predominam em nossas atividades diárias? Temos colocado nossos planos, interesses, preocupações, anseios e tudo o mais diante de Deus na expectativa de que sejam por Ele aprovados e abençoados? Tem sido a experiência da vida cristã, para nós, uma motivação para compartilhar com outros? Temos aproveitado todas as oportunidades para deixar a luz de Cristo brilharem nossas vidas? O mandamento do Senhor de "ir e fazer discípulos" tem sido uma realidade em nossas vidas? Quando o nosso coração se enche do regozijo da presença do Salvador e quando aprendemos que a melhor maneira de viver é deixar o Senhor guiar cada um de nossos passos, nada nos dá mais prazer e alegria do que falar do amor de Deus e da salvação em Jesus. Nossas vidas foram transformadas, nossas angústias deram lugar a momentos de júbilo, os caminhos escuros foram iluminados, a falta de esperança não existe mais. Cristo é a nossa paz, a nossa razão de viver, a nossa felicidade. Como ficar calado diante de tão grande bênção?Um dia Cristo perguntou a Pedro: "Tu me amas?" A sua resposta foi a mesma que eu dou hoje e que desejo ardentemente seja também a sua resposta: "Sim, tu sabes que eu te amo".
Texto recebido por e-mail.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

SEU FILHO E A INTERNET!

Caros irmãos, recebi este texto por e-mail e não exitei em inseri-lo no Blog para que os irmãos venham le-lo!
Pude verificar e tudo relatado é realmente um fato real!
Vigiemos com os nossos filhos!
Após deixar seus livros no sofá ela decidiu comer um lanche e entrar online. Conectou-se com o seu Nome na tela: Docinho14. Revisou sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava conectado. Ela enviou uma mensagem instantânea:
Docinho14: Oi. Que sorte que VC está aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi esquisito mesmo!
Meteoro123: RISADA. Vc assiste muita TV. Por que alguém te seguiria? Vc não mora em um bairro seguro?
Docinho14: Com certeza. RISADA. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando virei. Meteoro123: A menos que VC tenha dado teu Nome online. Vc não fez isso, né?
Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, VC já sabe.
Meteoro123: Você jogou vôlei depois do colégio hoje?
Docinho14: Sim e ganhamos!
Meteoro123: Ótimo! Contra quem?
Docinho14: Contra as Vespas do Colégio Sagrada Família. RISADA. Seus uniformes são um nojo! Pareciam abelhas.. RISADA
Meteoro123: Como se chama teu time?
Docinho14: Somos OS Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes.. São muito legais. Meteoro123: Você joga no ataque?
Docinho14: Não, jogo na defesa. Tenho que sair. Tenho que fazer minha tarefa antes que cheguem meus pais. Não quero que fiquem bravos. Tchau!
Meteoro123: Falamos mais tarde. Tchau.
Entretanto Meteoro123 foi ao menu de membros e começou buscar sobre o perfil dela. Quando apareceu, copiou e imprimiu. Pegou uma caneta e anotou o que sabia de Docinho até agora. Seu Nome: Tatiane aniversário: Janeiro 3, 1993. Idade.: 13. Cidade onde vive.: Santo Antônio da Platina, estado do Paraná. Passatempos: vôlei , inglês, natação e passear nas lojas. Além desta informação sabia que vivia em Santo Antônio da Platina porque lhe tinha contado recentemente. Sabia que estava sozinha até as 6.30 PM todas as tardes até que os pais voltavam do trabalho. Sabia que jogava vôlei nas quintas feiras de tarde com o time do colégio, os Gatos de botas. Seu numero favorito, o 4, estava estampado na sua jaqueta. Sabia que estava na oitava série no colégio Sebastião Paraná. Ela tinha contado tudo em conversas online. Agora tinha suficiente informação como para encontrá-la. Tatiane não contou a seus pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que brigassem com ela e que lhe impedissem voltar caminhando dos jogos de vôlei. Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única. Talvez se tivesse irmãos seus pais não tivessem sido tão sobre-protetores. Na quinta feira Tatiane já tinha esquecido que alguém a seguia. Seu jogo estava em plena ação quando de repente sentiu que alguém a observava. Então lembrou. Olhou desde sua posição para ver um homem observando-a de perto. Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando a viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente fugiu o medo que sentiu. Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador. Ela percebeu seu sorriso mais uma vez quando passou do lado. Ele acenou com a cabeça e ela devolveu o sorriso. Ele percebeu seu nome nas costas da camiseta. Sabia que a tinha achado. Silenciosamente caminhou numa distância certa atrás dela. Eram só umas quadras até a casa de Tatiane e quando viu onde morava voltou logo ao parque para procurar seu carro. Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à Casa de Tatiane. Foi a uma lanchonete e sentou até a hora de começar seu objetivo. Tatiane estava no seu quarto, mais tarde essa noite, quando ouviu vozes na sala. 'Tati, vem!', chamou seu pai. Parecia perturbado e ela não imaginava o porquê. Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. 'Senta aí', começou seu pai, 'este senhor nos acaba de contar uma história muito interessante sobre você'. Tatiane sentou-se. Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto antes de hoje! 'Você sabe quem sou eu?' perguntou o homem. 'Não', respondeu Tatiane. 'Sou polícia e teu amigo do chat, Meteoro123'. Tatiane ficou pasmada. 'É impossível! Meteoro123 é um menino de minha idade! Tem 14. E mora em Minas Gerais !'. O homem sorriu. 'Sei que eu disse tudo isso, mas não era verdade. Veja, Tatiane, tem gente na internet que se faz passar por garotos; eu era um deles. Mas enquanto alguns o fazem para machucar crianças e jovens e fazer dano, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores. Vim te encontrar para te ensinar que é muito perigoso falar online. Você me contou o suficiente sobre você como para eu te achar facilmente.. Você me deu o nome da tua escola, do teu time e em que posição você joga. O numero e o teu nome na jaqueta fizeram que eu te encontrasse rapidinho. Tatiane gelou. 'Você quer dizer que não mora em Minas Gerais ?'. Ele riu. 'Não, moro em Santo Antonio da Platina. Você se sentiu segura achando que morava longe, né?' 'Eu tinha um amigo cuja filha era como você. Só que ela não teve tanta sorte. O cara a encontrou e a assassinou enquanto estava sozinha em sua casa. Se ensina as crianças e jovens a não dizer pra ninguém quando que eles estão sozinhos, porém contam isso o tempo todo pela internet. As pessoas maldosas te enganam para tirar informação de aqui e de lá online. Antes de que você saiba você já lhes contou o suficiente como para ele te achar sem você perceber. Espero que você tenha aprendido uma lição disto e que não o faças de novo. Conta a outros sobre isto para que também estejam seguros'. 'Prometo que vou contar!'. Essa noite, Tatiane e seus pais ajoelharam-se juntos e agradeceram a Deus por protegê-la do que poderia ter sido uma situação trágica.
Recebido por e-mail.

domingo, 18 de janeiro de 2009

PORQUE IR A IGREJA?

POR QUE IR À IGREJA?
Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à Igreja todos os domingos. "- Eu tenho ido à Igreja por 30 anos", ele escreveu, "e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões, mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Padres e Pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões!" Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para prazer do Editor e Chefe do jornal. Isto foi por semanas, recebendo e publicando cartas no assunto, até que alguém escreveu este argumento: "- Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei... Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente. Quando a gente está resumido a NADA... DEUS ESTÁ POR CIMA DE TUDO! Fé vê o invisível, acredita no inacreditável, e recebe o impossível! Graças a Deus por nossa nutrição física e espiritual!"
Texto recebido por e-mail...