quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
OS 10 COMPORTAMENTOS MAIS INADEQUADOS NO TRABALHO!
Olá a todos!
Mais uma vez estou postando um material muito interessante que recebi por e-mail. Trata-se de um descritivo de pessoas nas organizações e suas ações e impactos... Contudo refletindo sobre, pude entender que podemos utilizar tais exemplos em nosso cotidiano... Vigiemos para não sermos um destes modelos... (Risos)
1. Falar mal da empresa em que trabalha
Além de indiscreto, esse tipo de comportamento pode afetar ou prejudicar a organização que você mesmo trabalha, uma vez que pode interferir na motivação dos colegas de trabalho. “Isso coloca o funcionário em uma posição complicada e revela insatisfação profissional, que pode ser agravada quando chega de forma errada ao ouvido de terceiros ou da chefia. Quando houver alguma crítica construtiva à empresa, o mais indicado é que o profissional se posicione de forma estruturada e utilize o canal correto, no caso, seu gestor imediato”, alerta Bárbara Will, diretora de recrutamento da Business Partners Consulting.
2. Fofocas sobre colegas de trabalho
Considerada uma das piores atitudes no meio corporativo, reclamar e falar mal de terceiros atrapalha o trabalho dos outros, além de expor os colegas e a própria pessoa que faz a fofoca, que pode facilmente ser vista como alguém nada confiável.
3. Falta de pontualidade
É claro que contratempos acontecem, mas atrasos frequentes prejudicam e interferem nas atividades de outras pessoas do grupo, impactando no negócio e na relação de trabalho. A especialista em etiqueta corporativa Licia Egger ressalta que este quesito não inclui somente a pontualidade física, mas também cumprimento de prazos e compromentimento em responder e-mails e telefonemas.
4. Críticas em público
Para Bárbara, o gestor nunca deve dar feedbacks negativos a um profissional em público, e sim de forma reservada, para evitar a exposição desnecessária do funcionário. “Dar feedbacks diante de outras pessoas pode ser importante quando se trata de um reconhecimento, um elogio, porque além de motivar e reforçar o profissional estimula e dá exemplo aos demais”, complementa. Este comportamento é igualmente antipático e inapropriado para colaboradores em relação a outros colegas.
5. Utilizar objetos e/ou material de colegas de trabalho sem permissão prévia
Bárbara afirma que deve-se sempre solicitar emprestado e apenas utilizar aquilo que lhe for permitido. Existem pessoas que não se importam em dividir determinados materiais, mas outras não se sentem confortáveis. “É importante respeitar o estilo e forma de ser dos colegas para que se crie um ambiente harmonioso e produtivo”, orienta
Falar alto e abusar do uso de palavrões e gírias são considerados hábitos deselegantes. Falar alto, por exemplo, pode prejudicar o foco e atenção dos que estão por perto. Gírias e/ou palavrões, ainda que o ambiente de trabalho seja mais descontraído, devem ser evitados, pois não condizem com uma postura profissional adequada. Cezar Tegon, diretor de novos projetos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), acrescenta que é preciso ser educado e manter a compostura mesmo quando a situação for grave.
7. Mau humor
Ninguém gosta de conviver com alguém que passa o dia reclamando de tudo; a atitude costuma deixar o ambiente pesado e tornar a convivência difícil. Por isso, é muito mais saudável reclamar menos e avaliar se o comentário é realmente interessante para os demais antes de fazê-lo.
8. Mentira
A especialista em coaching Suzana Azevedo aconselha que, mesmo na melhor das intenções, faltar à verdade pode comprometer a credibilidade, a carreira e a relação com colegas, chefias e clientes. Licia acrescenta que a falsidade também é capaz de prejudicar – e muito - os vínculos trabalhísticos.
9. Desrespeito ao “Dresscode”
Para Bárbara, ainda que a cultura da empresa seja mais informal e que não exista na empresa um código de etiqueta e vestimentas, é sempre importante que cada profissional se preocupe em estar alinhado com roupas adequadas ao ambiente de trabalho. Já Tegon aconselha que o colaborador procure entender a cultura da empresa, como se colocar, como se vestir e como se comportar. “Em instituições financeiras é inadmissível alguém trabalhar de bermuda, já em uma empresa de web, a maioria vai de bermuda, e neste caso é estranho alguém vestir terno e gravata”, exemplifica.
10. Tratar de assuntos pessoais constantemente
Além de grande exposição da vida privada, cuidar de questões íntimas prejudica o foco e resultados do profissional. “Pagar contas, falar com os filhos, ir ao médico, navegar nas redes sociais fazem parte do dia a dia, mas cuidado para essas atividades não tomarem seu tempo todo e você só trabalhar nas horas vagas. Primeiro a obrigação, depois as necessidades pessoais”, explica Tegon.
A especialista em coaching Susana Azevedo lembra ainda que o comportamento correto deve ser baseado no bom senso. “Educação e respeito ao próximo são essenciais para a convivência, seja no ambiente familiar, seja no trabalho. É muito importante pensar sobre suas atitudes em nível de impacto; toda ação tem uma reação”, finaliza.
Postado por André às 23:35 0 comentários
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Aumento de pregadores, diminuição da palavra?
A paz do Senhor a todos que visitam este blog... A um bom tempo eu não tenho postado... Isso devido a correria do dia a dia... Bom, navegando pela net e lendo bons textos, me deparei com um de autoria do Pr. Samuel Torralbo enfatizando os pregadores de hoje... Isso veio ao meu encontro, pois o que tenho visto nos púlpitos hoje me faz relembrar o que vivi há treze anos... Aceitando a Cristo como Único e suficiente Salvador... Boa leitura...
Aumento de pregadores, diminuição da palavra?
Lembro-me, na minha infância, que pregadores do evangelho que viviam em tempo integral para o ministério era uma raridade. Trago em minha memória o que significava receber um pregador desses na igreja em que congregava, normalmente eram referências de homens de muita oração, santidade, piedade, palavra, integridade e compromisso com Deus. Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do evangelho. As coisas mudaram drasticamente de alguns anos pra cá. Mudou, porque hoje para muitos, o oficio da pregação se tornou status, meio de vida, glamour, e autopromoção pessoal.
Mudou, porque a dez anos atrás no meio evangélico (pentecostal) um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada quando descoberta revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje lamentavelmente o modelo de sucesso para muitos, são pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário.
Não é difícil identificar esses “modelitos” ambulantes em muitos púlpitos pelo Brasil, com os mesmos estereótipos, jargões, heresias, lascívia, mentira, visando unicamente o beneficio do seu próprio ventre.
Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal. Dividem oferta, negociam o povo, vendem amuletos, promovem campanhas incabíveis, e manipulam o sagrado.
A teologia deles é a do ventre, de modo que, censuram aqueles que estudam a bíblia e possuem uma fé ortodoxa, banalizam os fundamentos hermenêuticos da interpretação bíblica, fazendo do texto sagrado uma formula mágica e mística descontextualizada.
Meu lamento não é maior porque sei que este modelo desafeiçoado e corrupto tem prazo para acabar. Daqui a pouco Jesus entra no templo e expulsa novamente esses cambistas, comerciantes e vendedores da religião. Aos poucos as pessoas vão se cansando e despertando para a realidade e assim discernindo o engano. Minha alegria em contraposição deste cenário é observar uma sutil, mas real e crescente fome por muitos cristãos pela autentica palavra de Deus.
É verdade que o aumento da comercialização, banalização, e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de lideres (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé crista.
Espero em breve assistir, a falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)
Acredito que, ainda na minha geração verei um reavivamento no púlpito, onde as escrituras será o modelo desejado por todos. Onde, os televangelistas não serão vendedores de campanhas consagradas, óleos ungidos, livros com mágicas evangélicas, mas pregarão o arrependimento dos pecados, a salvação e a esperança da glória em Cristo. E por fim, o crescimento da igreja e da propagação do evangelho serão sentidos com o crescimento do anúncio das escrituras sagradas.Oração: Perdoa-nos Senhor, e torna-nos a dar um coração reto e puro, que haja em nós o mesmo sentimento que existiu em Cristo Jesus, a mesma chamada que ardeu em Paulo, e a mesma entrega que existiu nos profetas. Amém
***
Samuel Torralbo
Postado por André às 21:31 0 comentários
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
QUATRO TIPOS DE AZEITE...
O Azeite é o símbolo do Espírito Santo de Deus, por isso que utilizamos alguns jargões clássicos enfatizando esta idéia. A bíblia é expressiva no se refere à busca pelo espírito santo de Deus, pois assim somos ungidos e permanecemos cheios da Sua presença. Podemos relacionar a busca do Espírito Santo de Deus com o processo da fabricação do Azeite, pois na fabricação do azeite produz quatro tipos principais. Quando buscamos o Espírito Santo nos sobrevêm também quatro características peculiares que identifica o ungido de Deus! Vejamos.
O primeiro tipo de azeite era extremamente puro e levado para o Templo da Gloria de Deus sendo destinado exclusivamente para unção e adoração ao Senhor. Quando buscamos o Espírito Santo de Deus, a primeira característica que nos sobrevém é a de exclusivo adorador, pois para um ungido de Deus a sua primazia é adorar ao Senhor!
O segundo azeite era obtido para uso na alimentação. O azeite junto com a farinha era utilizado para a fabricação de pães e bolos. Aqui podemos ver que aquele que tem o azeite, munido da farinha que é a Palavra de Deus, sacia a sua fome, ou seja, a segunda característica daquele que busca o Espírito Santo de Deus e estar alimentado.
Terceiro azeite era utilizado como combustível para as lâmpadas. A terceira característica daquele que busca o Espírito Santo é estar na luz ou ser a luz, iluminando o mundo, brilhando em meio às trevas.
Aceitar ser tratado na prensa do Senhor e buscar o Espírito Santo de Deus, produzindo então unção para prosseguirmos é primordial em tempos difíceis como estes que estamos a viver. Com isso meu irmão, esteja firme, e que nunca falte óleo sobre a sua cabeça.
Postado por André às 17:53 0 comentários


+1.jpg)
+2.jpg)
+3.jpg)
+4.jpg)
+5.jpg)
+6.jpg)
+7.jpg)
+8.jpg)
+9.jpg)
+10.jpg)


